quarta-feira, 28 de julho de 2010

ENCONTRO NACIONAL DOS BLOGUEIROS PROGRESSISTAS

Acontecerá em São Paulo, nos dias 21 (sábado) e 22 (domingo) de agosto, o 1o. ENCONTRO NACIONAL DOS BLOGUEIROS PROGRESSITAS, do qual vou participar.

Esse evento terá como objetivo a contribuição para a democratização dos meios de comunicação e fortalecer as mídias alternativas.  As inscrições já estão abertas. Poderão se inscrever não apenas blogueiros, mas todos os interessados nas novas mídias sociais.

O encontro começará no sábado às 9h com debate sobre o papel da blogosfera na democratização dos meios de comunicação. Participarão Luiz Carlos Azenha, Paulo Henrique Amorim, Luis Nassif, Eduardo Guimarães, Rodrigo Vianna e Leandro Fortes.

À tarde ocorrerão sessões com palestrantes para se discutir as questões legais: orientação jurídica para atuar na web, medidas contra ameaças, cerceamento à liberdade de expressão. Também ocorrerão oficinas sobre twitter, videoweb, rastreamento de trolls e debates sobre a sustentabilidade financeira dos blogs.

No domingo das 9h à 12 h, em reuniões em grupo, blogueiros dos vários estados trocarão experiências e discutirão os desafios da blogosfera. À tarde, plenária para apresentação, discussão e aprovação da  Carta do 1º Encontro Nacional dos Blogueiros.

Mais informações estarei repassando em breve.

Wagner Marins

segunda-feira, 26 de julho de 2010

JOSÉ SERRA: UMA JORNADA DE MENTIRAS!

Presidentes de centrais sindicais denunciam:
SERRA MENTE CONTRA O TRABALHADOR!!!!

Os presidentes de cinco centrais sindicais assinaram um manifesto contra as mentiras perpetradas pelo candidato tucano José Serra nesta campanha eleitoral. 

Leia a íntegra do manifesto assinado pelos presidentes da CUT, Força Sindical, CTB, CGTB e Nova Central:

Serra: impostura e golpe contra os trabalhadores.

O candidato José Serra (PSDB) tem se apresentado como um benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nenhuma coisa, nem outra. Aliás, tanto no Congresso Nacional quanto no governo, sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores. A mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano.

A verdade

Seguro-Desemprego - Foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores.

FAT – Foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado.

Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988) - José Serra votou contra os trabalhadores:
a) Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas;
b) não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo;
c) não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário;
d) não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;
e) não votou pelo aviso prévio proporcional;
f) não votou pela estabilidade do dirigente sindical;
g) não votou pelo direito de greve;
h) não votou pela licença paternidade;
i) não votou pela nacionalização das reservas minerais.

Por isso, o Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), órgão de assessoria dos trabalhadores, deu nota 3,75 para o desempenho de Serra na Constituinte.

Revisão Constitucional (1994) - Serra apresentou a proposta nº 16.643, para permitir a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual sindicato pretendia negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam de ser das categorias, mas apenas dos seus representados. O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer os trabalhadores e propiciar o lucro fácil das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram os ataques de Serra contra a sua organização, garantindo a manutenção de seus direitos previstos no artigo 8º da Constituição.

É por essas e outras que Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu a borrachadas e gás lacrimogênio os professores que estavam reivindicando melhores salários; jogou a tropa de choque contra a manifestação de policiais civis que reivindicavam aumento de salário, o menor salário do Brasil na categoria; arrochou o salário de todos os servidores públicos do Estado de São Paulo.

As Centrais Sindicais brasileiras estão unidas em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos, a geração de 12 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura.

Antonio Neto – presidente da CGTB
Wagner Gomes – presidente da CTB
Artur Henrique – presidente da CUT
Miguel Torres – presidente da Força Sindical
Jose Calixto Ramos – presidente da Nova Central


Fonte: Construindo um novo Brasil

quarta-feira, 21 de julho de 2010

RESTARÁ A SAUDADE...



Restará a saudade, mas apenas do que foi bom, apenas do que teve sentido profundo...

Restará a saudade, mas apenas daqueles momentos em que emoções intensas e inexplicáveis tornaram a vida melhor...

Restará a saudade, mas apenas do brilho dos olhos e daquele sorriso que mudou a minha vida...

Restará a saudade, mas apenas das demonstrações de fidelidade e carinho único...

Restará a saudade, mas apenas daqueles dias em que aquela ansiedade tomava conta a cada quilometro rodado em direção ao encontro...

Restará a saudade, mas apenas das mensagens e dos sinais que diziam tudo em poucas palavras...

Restará a saudade, mas apenas dos sonhos que se construíram pela vontade de sermos felizes...

Restará a saudade, mas apenas de tudo o que se quis, da Vitória que não veio, da aliança que não saiu da vitrine...

Restará a saudade, mas apenas da expressão “Eu Te Amo” que percorria a distância em segundos e me tornava fortalecido...

Restará a saudade, mas apenas da cumplicidade e do companheirismo que moldaram a vida, nos momentos mais difíceis...

Restará a saudade, mas apenas do pão que comemos juntos, alimentando a alma pelo simples fato de estarmos juntos...

Restará a saudade, mas apenas por tudo o que se passou, o que se sentiu, o que se aprendeu...

Restará a saudade, mas apenas da certeza de que nada não foi em vão...

Restará a saudade, do único tempo em que a vida foi melhor e do que eu era...

Wagner Marins.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ESSE É O VICE DE SERRA

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), classificou a atitude do vice de José Serra, Indio da Costa (DEM-RJ), de "molecagem" e disse que o tucano "deverá puxar a orelha dele".

Reportagem publicada neste domingo pela Folha mostra que Indio acusou o PT, da candidata Dilma Rousseff, de ligação com o tráfico e os guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em entrevista a um portal do PSDB na internet."Isso é molecagem, uma irresponsabilidade. Acho que o Serra deverá puxar a orelha dele", afirmou Vaccarezza.

As declarações do vice de Serra foram transmitidas ao vivo na noite de sexta-feira, enquanto Dilma participava de comício no Rio.

Indio também atacou a adversária ao Planalto. "Quem nos garante que no dia seguinte à eleição ela não vai fazer o que no Brasil é comum entre criatura e criador? Dá um chute no Lula e vai governar sozinha, com as garras do PT por trás dela."

Além de Vaccarezza, outros petistas aumentaram o coro contra o vice de Serra em seus perfis no Twitter. "Esse é o vice qualificado deles", alfinetou André Vargas, secretário de comunicação do PT.

"Ele [Indio] tá fazendo um esforço danado para imitar a Sarah Palin, vice do Mc Cain", disse o deputado federal Ricardo Berzoini, em referência à companheira de chapa do candidato republicano à Presidência dos EUA, em 2008, John Mc Cain. Ela ficou conhecida por cometer deslizes em entrevistas.

Serra precisa de amigos

Não deixa de ser curioso ouvir essa expressão, “república sindicalista”, vinda da boca de quem, naquele mesmo ano do golpe, colocava-se ao lado do presidente João Goulart contra os golpistas que se aninhavam nos quartéis com o mesmíssimo pretexto, levantado agora pelo candidato do PSDB, para amedrontar a classe média. Ao se encarcerar nesse conceito político arcaico, preconceituoso e, sobretudo, falacioso, Serra completou o longo arco de aproximação com a extrema-direita brasileira, iniciado ao lado de Fernando Henrique Cardoso, nos anos 1990. O artigo é de Leandro Fortes.

Leandro Fortes - Brasília, eu vi

Do blog Brasília, eu vi

Ao acusar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter transformado o Brasil em uma “república sindicalista”, José Serra optou por agregar a seu modelito eleitoral, definitivamente, o discurso udenista de origem, de forma literal, da maneira como foi concebido pelas elites brasileiras antes do golpe militar de 1964. Não deixa de ser curioso ouvir essa expressão, “república sindicalista”, vinda da boca de quem, naquele mesmo ano do golpe, colocava-se ao lado do presidente João Goulart contra os golpistas que se aninhavam nos quartéis com o mesmíssimo pretexto, levantado agora pelo candidato do PSDB, para amedrontar a classe média. Jango, dizia a UDN, macaqueavam os generais, havia feito do Brasil uma “república sindicalista”.

Ao se encarcerar nesse conceito político arcaico, preconceituoso e, sobretudo, falacioso, Serra completou o longo arco de aproximação com a extrema-direita brasileira, iniciado ao lado de Fernando Henrique Cardoso, nos anos 1990. Um casamento celebrado sob as cinzas de seu passado e de sua história, um funeral político que começou a ser conduzido sob a nebulosa aliança de interesses privatistas e conveniências fisiológicas pelo PFL de Antonio Carlos Magalhães, hoje, DEM, de figuras menores, minúsculas, como o vice que lhe enfiaram goela abaixo, o deputado Índio “multa-esmolé” da Costa.

Pior que o conceito, só a audiência especialmente convidada, talvez os amigos que lhe restaram, artistas e intelectuais arrebanhados às pressas para ouvir de Serra seus planos para a cultura brasileira: Carlos Vereza, Rosa Maria Murtinho, Maitê Proença, Zelito Viana, Ferreira Gullar e Marcelo Madureira – este último, raro exemplar de humorista de direita, palestrante eventual do Instituto Millennium, a sociedade acadêmica da neo UDN. Faltou Regina Duarte, a apavoradinha do Brasil, ausente, talvez, por se sentir bem representada. Diante de tão seleta platéia, talvez porque lhe faltem idéias para o setor, Serra destilou fel puro contra as ações culturais do governo Lula, sobretudo aquelas levadas a cabo pela Petrobras, a mesma empresa que os tucanos um dia pretenderam privatizar com o nome de Petrobrax.

Animado com o discurso de Serra, o humorista Madureira saiu-se c om essa: “Quero que o Estado não se meta na cultura e no meu trabalho, como está acontecendo”. Madureira trabalha na TV Globo, no “Casseta & Planeta Urgente”. Como o Estado está se metendo no trabalho dele, ainda é um mistério para todos nós. Mas, a julgar pela falta de graça absoluta do programa em questão, eu imagino que deva ser uma ação do Ministério da Defesa.

O que José Serra não confessou a seus amigos artistas é que a “república sindicalista” saiu-lhe da boca por despeito e vingança, depois que as maiores centrais sindicais do país (CUT, CGT, CTB, CGTB, Força Sindical e Nova Central) divulgaram um manifesto conjunto no qual acusam o candidato tucano de mentiroso por tentar se apropriar da criação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e por “tirar do papel”, seja lá o que isso signifique, o Seguro-Desemprego. “Serra não fez nenhuma coisa, nem outra”, esclareceram as centrais.

O manifesto também lembra que, na Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988), o então deputado federal José Serra boicotou inúmeros avanços para os trabalhadores e o sindicalismo. Serra votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, a garantia de aumento real do salário mínimo, a estabilidade do dirige nte sindical, o direito à greve, entre outras medidas.

Desmascarado, Serra partiu para a tese da “república sindicalista” e, apoiado em apenas uma central que lhe deu acolhida, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), chamou todas as outras de “pelegas” e as acusou de receber dinheiro do governo federal para fazer campanha para a candidata Dilma Rousseff, do PT. Baseado nesse marketing primário, ditado unicamente pelo desespero, Serra mal tem conseguido manter firmes seus badalados nervos de aço, que logo viram frangalhos quando defrontados por repórteres dispostos a fazer perguntas que lhe são politicamente inconvenientes, sejam os pedágios de São Paulo, seja sua falta de popularidade no Nordeste.

Sem amigos e, ao que parece, sem assessores, Serra continua recorrendo ao tolo expediente de bater boca com os jornalistas. Continua, incrivelmente, a fugir das perguntas com outras perguntas, a construir na internet, nos blogs, no youtube e nas redes sociais virtuais uma imagem permanente de candidato à deriva, protagonista de vídeos muitíssimo mais divertidos que, por exemplo, as piadas insossas que seu companheiro de artes cômicas, Marcelo Madureira, insiste em contar na televisão.

Fonte: Carta Maior

Serra quer instalar República Midiática

Eleger José Serra para assegurar a instalação de uma República Midiática, onde os três poderes seriam editados ao sabor dos ditames do mercado e do espetáculo: esse é o programa de governo que ainda não foi apresentado pela candidatura demotucana e pelo baronato midiático. (Gilson Caroni Filho)

O processo eleitoral deste ano constitui um momento privilegiado no movimento político global da política brasileira. Uma significativa vitória das forças governistas, com a eleição de executivos e parlamentares do campo democrático-popular, pode ampliar espaços político-administrativos que continuem realizando o aprofundamento de formas participativas de gestão pública. É contra isso, em oposição virulenta a mecanismos institucionais que aperfeiçoem a democratização da vida nacional, que se voltam as principais corporações midiáticas e seus denodados funcionários.

Sem nenhuma atualização dos métodos utilizados em 1954 contra Getúlio Vargas e, dez anos depois, no golpe de Estado que depôs Jango, a grande imprensa aponta sua artilharia para os atores que procuram romper a tradição brasileira de definir e encaminhar as questões políticas de forma elitista e autoritária. Jornalistas, radialistas e apresentadores de programas televisivos, sem qualquer pudor, tentam arregimentar as classes médias para um golpe branco contra a candidatura de Dilma Rousseff. Para tal objetivo, além do recorrente terrorismo semântico, as oficinas de consenso contam com alguns ministros do TSE e uma vice-procuradora pautada sob medida.

A campanha de oposição ao governo utiliza uma linguagem radical e alarmista, que mistura denúncias contra falsos dossiês, corrupção governamental, uso da máquina pública no processo eleitoral, supostas teses que fragilizariam a propriedade privada em benefício de invasões, além do ”controle social da mídia em prejuízo da liberdade de imprensa”. Temos a reedição da retórica do medo que já rendeu dividendos às classes dominantes. Em escala nacional, os índices disponíveis de percepção do eleitorado assinalam que dificilmente os recursos empregados conseguirão legitimar uma investida golpista. Mas não convém baixar a guarda.

Se tudo isso é um sinal de incapacidade do bloco oposicionista para resolver seus mais imediatos e elementares problemas de sobrevivência política, a inquietação das verdadeiras classes dominantes (grande capital, latifúndio e proprietários de corporações midiáticas) estimula pescadores de águas turvas, vitalizando sugestões que comprometam a normalidade do processo eleitoral. Todas as forças democráticas e populares devem recusar clara e firmemente qualquer tentativa perturbadora. Sugestões desestabilizadoras, venham de onde vierem, têm um objetivo inequívoco: impedir o avanço rumo a uma democracia ampliada.

É nesse contexto que devem ser vistos os movimentos do campo jornalístico. Apesar do recuo do governo na terceira edição do Programa Nacional dos Direitos Humanos, a simples realização da Confecom foi um golpe duro para os projetos da grande mídia. A democratização dos meios de comunicação de massa está inserida na agenda de praticamente todos os movimentos sociais.

A concentração das iniciativas culturais e informativas em mãos da classe dominante, que decide unilateralmente o que vai e o que não vai ser divulgado no país, está ameaçada não apenas por novas tecnologias, mas por uma consciência cidadã que conheceu consideráveis avanços nos dois mandatos do presidente Lula. Tem dias contados a sujeição cultural da população em seu conjunto, transformada em público espectador e consumidor. Como podemos ver, não faltam razões para o desespero das famílias Civita, Marinho, Mesquita e Frias.

Ao levantarem a cortina de fumaça da “República Sindicalista", em um claro exercício do "duplipensar" orwelliano, os funcionários do baronato ameaçado reescrevem notícias antigas para que elas não contradigam as diretivas de hoje. Um olhar no Brasil atual mostrará que o “duplipensamento" tem uma função clara até outubro: eleger José Serra para assegurar a instalação de uma República Midiática, onde os três poderes seriam editados ao sabor dos ditames do mercado e do espetáculo. Esse é o programa de governo que Serra ainda não apresentou. Há divergências na produção artística.

Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil

sexta-feira, 16 de julho de 2010

JOSÉ SERRA E PSDB REPRESENTAM O CAOS!

A matéria abaixo confirma essa lamentável constatação!
Wagner Marins

Idosos ficarão sem unidade de atendimento especializado em São Paulo

Governo paulista vai fechar posto de especialidades que funciona no bairro do Belenzinho, na capital, e que recebe pacientes vindos de várias cidades e até de outros estados.


Publicado em 13/07/2010, 19:50


Idosos ficarão sem unidade de atendimento especializado em São 
Paulo
Sala de espera do NGA Belém, que atende mais de 3 mil pessoas todo mês
(Foto: Paulo Pepe)

São Paulo - A partir de 6 de agosto, o Núcleo de Gestão Ambulatorial (NGA) do Belenzinho, bairro da zona leste de São Paulo, deverá fechar as portas, depois de mais de 30 anos em funcionamento. E não é por falta de procura.
Todo mês passam por lá mais de 3 mil pessoas, para consultas com especialistas em cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pneumologia, reumatologia, urologia e cirurgia plástica reparadora.

Ao todo, a secretaria do NGA mantém 45 mil prontuários. São pessoas encaminhadas por médicos de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e das Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs). Entre elas está o autônomo Antonio Ângelo de Oliveira, 54 anos, morador do Jardim Brasil, na zona norte da capital. Há mais de três anos, com problemas nos rins, ele foi a um posto na região em que mora, que o encaminhou para tratamento com nefrologista no NGA do Belenzinho.

De lá para cá, ele chegou a ser tratado por especialistas em dermatologia, gastroenterologia e otorrinolaringologia. "Ao contrário dos convênios, onde a consulta dura só cinco minutos, o atendimento aqui é ótimo. Os médicos ouvem a gente com muita paciência, explicam tudo com clareza. Sempre fui muito bem atendido por todos os funcionários. Estou muito triste por saber que um posto como este será fechado, quando o correto seria que outros assim fossem abertos", lamenta Antonio.

A dona de casa Maria Rosa Matias (foto), 67 anos, moradora do Tucuruvi, também na zona norte, foi pega de surpresa com a notícia da desativação. "Mas como vão fechar? O posto funciona tão bem", questiona. Ela conta que ali já fez tratamento com diversos especialistas e até pequenas cirurgias, como para a retirada de um cisto sebáceo. "Sempre fui bem atendida e é muito fácil vir até aqui, que fica perto do metrô. Posso vir sozinha", diz.
A unidade fica na rua Dr. Clementino, número 200, num bairro tranqüilo, a três quadras da estação Belém do metrô. Já a AME Maria Zélia, para onde os prontuários serão transferidos, está localizada próxima à  Marginal do Tietê, um local com acesso mais difícil. 

A desativação do NGA do Belenzinho foi anunciada no dia 28 de maio, dois dias depois que o governador Alberto Goldman, em entrevista a uma rádio, comunicou investimento de mais de 13 bilhões na saúde em 2010. Inicialmente, o fechamento estava agendado para 17 de junho, mas o Ministério Público foi acionado pelos sindicatos dos 100 trabalhadores do posto (Sindsaúde e Sinsprev). O prazo acabou adiado para agosto.

Na tentativa de impedir o fechamento, os servidores procuraram apoio de parlamentares, como a vereadora Juliana Cardoso (PT), presidente da comissão de saúde na Câmara, e o deputado Fausto Figueira (PT), presidente da Comissão de Higiene e Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo. Uma alternativa, para eles, é a municipalização do posto.

Segundo os servidores, que temem ser demitidos, uma das desculpas do governo é a falta de estrutura do imóvel. "É estranho, pois o equipamento sempre funcionou a contento", disse um deles, que pediu para não ser identificado.

Como  relatam, desde 1992 o governo estadual vem esvaziando o local, que é referência. O posto já teve 30 médicos. Hoje são dez, todos muito procurados. "O processo é igual ao do Hospital Brigadeiro, que perdeu suas especialidades e passou a atender apenas casos de transplante", lembra outro servidor.

A Secretaria Estadual de Saúde, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que a transferência dos pacientes para o AME Maria Zélia vai melhorar o atendimento porque  "essa unidade possui 32 especialidades e as pessoas terão acesso a um modelo de alta resolutividade médica. Segundo a pasta, o Maria Zélia atende hoje cerca de 15 mil consultas/mês, mas tem capacidade instalada para realizar até 20 mil atendimentos.

Para Cláudio José Machado, diretor estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sinsprev), o fechamento do NGA é mais uma ação de desmonte da saúde pública para a privatização. "Os pacientes estão sendo transferidos justamente para uma AME cuja gestão é feita por uma organização social, a SPDM", diz.

"A AME Maria Zélia é muito lotada. É preciso esperar meses por uma consulta", aponta Inês Santos Oliveira, moradora do bairro, que há mais de sete anos vende lanches e refeições ao lado do NGA Belém. "Se já demora só com os pacientes que já tem, como ficará quando os daqui forem encaminhados para lá?", questiona.

Dona Inês conta que vê pessoas chegando de toda parte: Salto, Ubatuba, Caraguatatuba, gente até de Minas Gerais. "Chega gente de idade, de muleta, em cadeira de rodas. Vejo muita gente chorar quando fica sabendo do fechamento". Para ela, que se diz de grande fé, uma providência divina manterá o posto aberto ainda por muito tempo.



quinta-feira, 8 de julho de 2010

CAMINHADA COM DILMA EM SÃO PAULO

São Paulo, 07 de julho de 2010

Com grande emoção estive presente na manifestação ocorrida nesta quarta-feira, dia 07/07, no centro de São Paulo, através de caminhada que reuniu multidão em apoio às candidaturas de Dilma (Presidente), Aloízio Mercadante (Governador), Marta Suplicy e Netinho (Senadores), todos presentes nesse grandioso ato político. Estiveram também, entre outras personalidades, Michel Temer (Vice) e Arthur Henrique, presidente da CUT Nacional. veja as fotos

Caminhamos da Praça do Patriarca até a Praça da Sé, sob o canto uníssono, de um povo consciente que demonstra sua vontade e garra para que o projeto social continue através da nossa querida Dilma. Uma verdadeira legião de cidadãos unidos pela manutenção da Justiça Social implantada neste país pelo Governo Lula.

O Estado de São Paulo há de se livrar do julgo do PSDB por mais de 20 anos "governando" sob mentiras, descaso e abandono das instituições, deixando-nos de herança um verdadeiro caos no transporte, trabalho, moradia, saúde e segurança.
 
Dilma, em seu discurso, pediu voto para Mercadante e alfinetou Serra: “Não sou do tipo orgulhoso, presunçoso, que tudo faz e tudo sabe. Eu não, eu preciso de equipe. Por isso, eu acho importante que Mercadante seja o futuro governador de São Paulo”.
 
Valeu Lula!
Agora é Dilma!
 
Wagner Marins

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A ÁGUIA E A GALINHA

Em seu livro, A Águia e a Galinha, Leonardo Boff descreve a metáfora humana, onde cada um de nós hospeda dentro de si uma águia.

A águia que rompe os limites apertados do arranjo existencial. Somos, portanto, muito mais do que o sistema quer nos impor a qualquer custo.

Há movimentos na política, na educação e nos processos de mundialização que pretendem reduzir-nos a simples galinhas, confinadas nos limites do terreiro. É um processo cruel que pretende bloquear a grandeza humana.

Esse processo favorece a manutenção do poder e com ele toda a sujeira que assistimos através do escárnio político, desmandos, abandono, opressão e o desrespeito com a dignidade humana.

No Brasil, por exemplo, esse processo ocorre notoriamente nos porões de dois dos maiores partidos políticos, o PSDB e o DEM. Os ratos que habitam esses porões têm o propósito único de roer os pilares da democracia e da justiça social, colocando o nosso país à venda e com isso a nossa dignidade no lixo. Querem nos confinar na condição de galinhas.

O Estado de São Paulo é a maior prova dessa condição imunda, sob o julgo do PSDB e do DEM há vários anos, governando exclusivamente para uma minoria favorecida e pisando nos direitos individuais e coletivos de grande parte da população.

Na educação, na saúde pública, na segurança, no transporte e vários outros segmentos sociais do nosso Estado, temos um verdadeiro caos instalado. E, não menos pior, é a constatação de que um deles, responsável por esse caos, quer a qualquer custo ser o próximo presidente do Brasil.

É preciso saber que nos últimos 8 anos, com o governo do PT, através do grande estadista chamado Luiz Inácio Lula da Silva,
a classe C já corresponde a 53,6% da população brasileira e AB aumentou de 10,7% para 15,6% de 2003 a 2009.

Tivemos R$ 69,92 bilhões investidos em habitação. Aumento de 600% em relação a 2003.


24,1 milhões de brasileiros superaram a pobreza, entre 2003 e 2008 e o percentual da população pobre caiu de 42,7% para 28,8%.

Queda de 61,6% da desnutrição infantil, entre 2003 e 2008 e 596 mil bolsas do Prouni concedidas em 1.253 municípios de 2005 a 2009.

Vários outros dados podemos elencar, os quais traduzem o resgate da justiça social e, sobretudo, da condição de águia do nosso povo.

Assim, para que possamos continuar a voar alto, precisamos assegurar de todas as formas a continuidade desse projeto de governo nunca visto antes neste nosso Brasil, elegendo Dilma Rousseff.

Aos tucanos e parasitas que os acompanham, QUIRELA!

Wagner Marins

domingo, 4 de julho de 2010

O MENTIROSO E O RIDÍCULO


O povo paulista, exceto a burguesia conservadora e arrogante,  é vitima da desfaçatez e descaso de José Serra, que desastrosamente "governou" o Município e o Estado de São Paulo. Oprimiu a classe trabalhadora, aumentou pedágios de forma vergonhosa, entre outras desgraças que ficarão na história.

Agora, esse mesmo mentiroso e farsante quer ser Presidente da República e que, no desespero diante das pesquisas, admitiu como candidato a vice-presidente em sua chapa, cujos pensamentos e atitudes (veja matéria abaixo) demonstram o quão RIDÍCULO é, e o perigo que representa ao País e ao povo brasileiro.

Por toda sorte de um povo, essa DUPLA enfadonha passará longe do Planalto!

Wagner Marins

=========ABAIXO, O RIDÍCULO=========
 
Vice de Serra já atacou pré-sal e quis vetar esmola

Desconhecido até outro dia pelo presidenciável José Serra (PSDB), o vice Indio da Costa (DEM) já usou a tribuna da Câmara para discorrer contra o pré-sal e a favor da proibição de coxinhas e pirulitos em cantinas escolares.

Deputado de primeiro mandato, ele também atacou o envio de ajuda humanitária ao Haiti, antes do terremoto que devastou o país.

Indio começou a defender ideias polêmicas em seu primeiro mandato de vereador do Rio, onde foi fiel escudeiro do então prefeito Cesar Maia.

Em 1997, apresentou projeto de lei para punir os cariocas que dão esmola a pedintes. "Fica proibido esmolar no município, para qualquer fim ou objeto", sentenciava o texto. "Quem doar esmola pagará multa a ser definida."
A proposta chegava a chamar a mendicância de "vício". Foi considerada inconstitucional e acabou numa gaveta da Câmara Municipal.

Ele também tentou proibir o comércio ambulante das ruas, o que varreria da paisagem carioca as figuras tradicionais dos vendedores de mate e biscoito de polvilho.
Num dos 130 discursos como deputado, Indio defendeu um plebiscito sobre a pena de morte, tema evitado por políticos experientes.

Afinado com o oposicionismo combativo do DEM, disse (antes da tragédia) que o governo parecia "beber cachaça" ao financiar tropas no Haiti enquanto o Brasil vivia uma "guerra civil".
O deputado é fiel às orientações do partido, o que demonstra que a relatoria do projeto Ficha Limpa não foi o único trunfo para a escolha.

Na votação do pré-sal, ignorou a pressão da base fluminense e repetiu o discurso ambientalista adotado pela sigla. Já fez duras críticas a Roberto Jefferson, presidente do PTB e homem forte da chapa de Serra.

Fonte---> clique aqui

sexta-feira, 2 de julho de 2010