quinta-feira, 30 de junho de 2011
É PRA ISSO QUE SÃO ELEITOS!
Governo de São Paulo autoriza reajuste
de pedágios em 9,77%
de pedágios em 9,77%
O governo de São Paulo anunciou hoje os novos valores das tarifas de pedágios nas rodovias privatizadas a partir do dia 1º de julho. A maior tarifa do Estado, cobrada na rodovia dos Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista, vai custar R$ 20,10 --hoje, é R$ 18,50.
O governo usou dois indexadores diferentes, de acordo com o que prevê cada um dos contratos firmados com as concessionárias.
Os pedágios das praças cujas concessões foram assinadas entre 1998 e 2000 utilizaram o IGP-M (Índice Geral de Preços ao Mercado) --o reajuste aplicado foi de 9,77%.
Estão nessa situação, entre outras, as rodovias dos Imigrantes, Anchieta, Anhanguera, Bandeirantes, Washington Luís, Castello Branco e parte da Raposo Tavares.
Já os contratos assinados a partir de 2008 tiveram como base o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que ficou em 6,55%. Utilizam este índice os contratos firmados com as concessionárias das rodovias Ayrton Senna, Carvalho Pinto, Dom Pedro 1º, Marechal Rondon e parte da Raposo Tavares.
Como os valores são arredondados sempre na casa dos R$ 0,10 --no ano passado, foi em R$ 0,05--, o reajuste efetivo final pode variar de praça para praça.
O governo anunciou hoje também que, a partir do ano que vem, todos as tarifas serão reajustadas pelo IPCA, que, a médio e longo prazo, tende a ter variações menores que o IGP-M, bastante influenciado pelo dólar. As tarifas das rodovias federais já são reajustadas pelo IPCA.
Para generalizar o indexador utilizado na correção das tarifas, o governo firmou um acordo com as concessionárias, que terão aumento no prazo dos contratos caso as variações do IPCA fique abaixo da verificada com o IGP-M.
O governo usou dois indexadores diferentes, de acordo com o que prevê cada um dos contratos firmados com as concessionárias.
Os pedágios das praças cujas concessões foram assinadas entre 1998 e 2000 utilizaram o IGP-M (Índice Geral de Preços ao Mercado) --o reajuste aplicado foi de 9,77%.
Estão nessa situação, entre outras, as rodovias dos Imigrantes, Anchieta, Anhanguera, Bandeirantes, Washington Luís, Castello Branco e parte da Raposo Tavares.
Já os contratos assinados a partir de 2008 tiveram como base o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que ficou em 6,55%. Utilizam este índice os contratos firmados com as concessionárias das rodovias Ayrton Senna, Carvalho Pinto, Dom Pedro 1º, Marechal Rondon e parte da Raposo Tavares.
Como os valores são arredondados sempre na casa dos R$ 0,10 --no ano passado, foi em R$ 0,05--, o reajuste efetivo final pode variar de praça para praça.
O governo anunciou hoje também que, a partir do ano que vem, todos as tarifas serão reajustadas pelo IPCA, que, a médio e longo prazo, tende a ter variações menores que o IGP-M, bastante influenciado pelo dólar. As tarifas das rodovias federais já são reajustadas pelo IPCA.
Para generalizar o indexador utilizado na correção das tarifas, o governo firmou um acordo com as concessionárias, que terão aumento no prazo dos contratos caso as variações do IPCA fique abaixo da verificada com o IGP-M.
FONTE: Folha Uol
6 DE JULHO - DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO!
Dia 6 de julho vamos expor as diferenças
do projeto da CUT para o Brasil
do projeto da CUT para o Brasil
30/06/2011
Mobilização abre período de campanhas por aumentos reais, que simbolizam a disputa por um novo modelo de desenvolvimento
Escrito por: Isaias Dalle, Leonardo Severo, Luiz Carvalho
A primeira parte do encontro da Direção Nacional da Central Única dos Trabalhadores, na manhã desta quinta-feira (30), em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, destacou que o Dia 6 de Julho será um marco histórico para reafirmar ao Brasil que a CUT deseja um outro modelo de desenvolvimento, que aprofunde a distribuição de renda e altere os rumos do atual modelo concentrador da política econômica.
A escolha do dia 6 de julho para realizar o Dia Nacional de Mobilização da CUT também tem um aspecto simbólico: a abertura das lutas do segundo semestre e das campanhas por aumentos reais de salário, contra as tentativas conservadoras de associar os salários ao risco de descontrole da inflação. Essas campanhas salariais vão representar a luta dos trabalhadores para avançar na luta por mudanças sociais no Brasil.
Em sua intervenção, o presidente nacional, Artur Henrique, ressaltou que apesar de representar uma vitória, a ampla aliança que elegeu a presidenta Dilma Rousseff aumenta a responsabilidade dos movimentos sociais.
O dirigente exemplificou com uma série de contradições presentes dentro do governo. “O mandato começou com o discurso para desqualificar a política de valorização do salário mínimo e seguiu como a defesa do corte de R$ 50 bilhões no orçamento para controlar a inflação por meio da redução do investimento. Nenhuma palavra sobre a mudança na política macroeconômica, sobre a redução de juros e, pior, sem debate, discussão ou articulação com os trabalhadores”, afirmou. Ele questionou também a visita da presidenta à China apenas em companhia de empresários, no momento em que o Brasil discute a desindustrialização por conta da invasão de importados e a questão do trabalho decente, e a criação de um grupo para discutir a eficiência do setor público sem qualquer representação de trabalhadores ou representantes da sociedade civil.
Diferente das outras centrais
O presidente cutista comentou o motivo da central não realizar uma mobilização unificada e citou o que diferencia a CUT das demais centrais. “A diferença não é só de pauta, mas de concepção e prática, mesmo nos pontos em que supostamente há convergência. Todas são favoráveis à aplicação da Convenção 151, sobre negociação do setor público, mas acompanhada de unicidade e imposto sindical. A proposta deles não tem uma linha sobre negociação coletiva”, criticou.
O mesmo vale para a discussão sobre o fim do Fator Previdenciário, que todas querem extinguir, mas apenas a CUT tem proposta prática para modificar (Fator 85/95). Quanto à terceirização, comentou: “Nós somos contra, mas algumas centrais querem fortalecer as empresas prestadoras de serviço para ampliar alguns sindicatos, mesmo que isso signifique a morte de trabalhadores e menores salários”.
O caminho para mudar esse cenário é a imprescindível mobilização “Queremos ver nossa gente, nossa pauta sendo debatida. Para isso, precisamos colocar a CUT nas ruas e o dia 6 de Julho é fundamental nesse processo”, disse.
A escolha do dia 6 de julho para realizar o Dia Nacional de Mobilização da CUT também tem um aspecto simbólico: a abertura das lutas do segundo semestre e das campanhas por aumentos reais de salário, contra as tentativas conservadoras de associar os salários ao risco de descontrole da inflação. Essas campanhas salariais vão representar a luta dos trabalhadores para avançar na luta por mudanças sociais no Brasil.
Em sua intervenção, o presidente nacional, Artur Henrique, ressaltou que apesar de representar uma vitória, a ampla aliança que elegeu a presidenta Dilma Rousseff aumenta a responsabilidade dos movimentos sociais.
O dirigente exemplificou com uma série de contradições presentes dentro do governo. “O mandato começou com o discurso para desqualificar a política de valorização do salário mínimo e seguiu como a defesa do corte de R$ 50 bilhões no orçamento para controlar a inflação por meio da redução do investimento. Nenhuma palavra sobre a mudança na política macroeconômica, sobre a redução de juros e, pior, sem debate, discussão ou articulação com os trabalhadores”, afirmou. Ele questionou também a visita da presidenta à China apenas em companhia de empresários, no momento em que o Brasil discute a desindustrialização por conta da invasão de importados e a questão do trabalho decente, e a criação de um grupo para discutir a eficiência do setor público sem qualquer representação de trabalhadores ou representantes da sociedade civil.
Diferente das outras centrais
O presidente cutista comentou o motivo da central não realizar uma mobilização unificada e citou o que diferencia a CUT das demais centrais. “A diferença não é só de pauta, mas de concepção e prática, mesmo nos pontos em que supostamente há convergência. Todas são favoráveis à aplicação da Convenção 151, sobre negociação do setor público, mas acompanhada de unicidade e imposto sindical. A proposta deles não tem uma linha sobre negociação coletiva”, criticou.
O mesmo vale para a discussão sobre o fim do Fator Previdenciário, que todas querem extinguir, mas apenas a CUT tem proposta prática para modificar (Fator 85/95). Quanto à terceirização, comentou: “Nós somos contra, mas algumas centrais querem fortalecer as empresas prestadoras de serviço para ampliar alguns sindicatos, mesmo que isso signifique a morte de trabalhadores e menores salários”.
O caminho para mudar esse cenário é a imprescindível mobilização “Queremos ver nossa gente, nossa pauta sendo debatida. Para isso, precisamos colocar a CUT nas ruas e o dia 6 de Julho é fundamental nesse processo”, disse.
FONTE: CUT BRASIL
terça-feira, 28 de junho de 2011
DVDs contam rigor vivido pelos jornalistas durante a ditadura
Série faz parte do projeto Resistir é Preciso e será lançada no antigo Deops, em São Paulo
Publicado em 27/06/2011, 15:00 - Última atualização às 16:21
São Paulo – O Instituto Vladimir Herzog promove, nesta segunda-feira (27), a partir das 19h30, o lançamento da coleção Protagonistas dessa História, uma coletânea de depoimentos de jornalistas que participaram da imprensa combativa da ditadura no período de 1964 a 1979, apresentada em uma caixa com 12 DVDs. O evento de apresentação será no Memorial da Resistência, instalado no mesmo prédio onde funcionou o Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (Deops), entre 1940 e 1983. O memorial fica na chamada Estação Pinacoteca, região central da capital paulista.
A coleção faz parte do projeto “Resistir é Preciso” e mostra a adversidade do trabalho diário, além de relatos sobre exílio e clandestinidade de profissionais da imprensa brasileira durante a ditadura. Paulo Moreira Leite, Juca Kfouri, Audálio Dantas, Maria Rita Kehl, Bernardo Kucinski e Ziraldo Alves Pinto estão entre os jornalistas que dão seus depoimentos.
O lançamento é resultado de um acervo reunido nas últimas décadas. “Estamos comemorando o fato de já termos reunido mais de 300 publicações deste período tão crítico, debatido até hoje no Brasil”, conta Ivo Herzog, filho de Vladimir Herzog e diretor do instituto. O objetivo do projeto, segundo Ivo, é "resgatar e documentar para a história do Brasil a trajetória da imprensa que combateu a ditadura militar e assegurar que as novas gerações não percam a memória daqueles dias".
Ivo Herzog adianta parte do conteúdo do material. “São histórias fortes, algumas inéditas, misturadas a depoimentos históricos. Grandes nomes do jornalismo do país falam sobre o que foram os anos de poderio militar e sobre a imprensa da época.”
O trabalho foi realizado em parceria com a Petrobras e cumpre um dos objetivos do Wladimir Herzog, de formar um acervo multimídia que preserve a história recente do Brasil .
O Memorial da Resistência, na Estação Pinacoteca, fica no Largo General Osório, 66, região central de São Paulo. A entrada é franca.
Ouça reportagem da Rádio Brasil Atual sobre o lançamento da coleção.
FONTE: Rede Brasil Atual
sábado, 25 de junho de 2011
Em vídeo, hackers incitam ataques a sites do governo
veja...
O vídeo acima, divulgado pelo grupo de hackers denominado LulzSecBrazil, exibe uma mensagem que incita os usuários de internet a participarem dos ataques a sites ligados ao governo brasileiro.
O mesmo grupo assumiu, por meio de sua página, a autoria dos ataques aos sites da Presidência da República e do Ministério dos Esportes.
Na tarde desta quinta-feira, em um chat frequentado por simpatizantes do grupo, muitos usuários conversavam sobre ataques ao site do Senado, que ficou fora do ar por alguns minutos durante o dia.
O Serpro (Serviço de Processamento de Dados), que hospeda os sites do governo federal, classificou o ataque como o maior já enfrentado pelas páginas eletrônicas. Segundo o Serpro, não houve vazamento de informações.
SAIBA MAIS
O grupo de hackers LulzSec (Lulz Security) chamou a atenção mundial pela primeira vez há dois meses, com a invasão da rede on-line do PlayStation, da Sony, e o vazamento dos dados de milhões de usuários. O game, de alcance global, passou dias fora do ar.
Na semana passada, o grupo assumiu um ataque ao site da CIA. Anteontem, o FBI invadiu e confiscou equipamentos de um servidor de internet no Estado de Virgínia, parte de uma investigação dos membros do LulzSec realizada junto com a própria CIA e agências europeias, segundo o "New York Times". Um membro do LulzSec foi preso no Reino Unido.
O nome Lulz vem de LOL ("laugh out loud", rir alto), uma gíria de internet usada, em geral, após brincadeiras on-line e pegadinhas.
Anterior e mais conhecido, o grupo Anonymous nasceu como coletivo hacker há cerca de três anos.
A exemplo do LulzSec, começou com brincadeiras on-line, até realizar uma série de ataques em defesa do WikiLeaks, em dezembro do ano passado.
Conseguiu afetar a operação de sites globais como Visa, MasterCard e PayPal, por terem suspendido contas da organização de Julian Assange, que expôs segredos americanos.
Editoria de Arte/Folhapress
FONTE: Folha/UOL
O mesmo grupo assumiu, por meio de sua página, a autoria dos ataques aos sites da Presidência da República e do Ministério dos Esportes.
Na tarde desta quinta-feira, em um chat frequentado por simpatizantes do grupo, muitos usuários conversavam sobre ataques ao site do Senado, que ficou fora do ar por alguns minutos durante o dia.
O Serpro (Serviço de Processamento de Dados), que hospeda os sites do governo federal, classificou o ataque como o maior já enfrentado pelas páginas eletrônicas. Segundo o Serpro, não houve vazamento de informações.
SAIBA MAIS
O grupo de hackers LulzSec (Lulz Security) chamou a atenção mundial pela primeira vez há dois meses, com a invasão da rede on-line do PlayStation, da Sony, e o vazamento dos dados de milhões de usuários. O game, de alcance global, passou dias fora do ar.
Na semana passada, o grupo assumiu um ataque ao site da CIA. Anteontem, o FBI invadiu e confiscou equipamentos de um servidor de internet no Estado de Virgínia, parte de uma investigação dos membros do LulzSec realizada junto com a própria CIA e agências europeias, segundo o "New York Times". Um membro do LulzSec foi preso no Reino Unido.
O nome Lulz vem de LOL ("laugh out loud", rir alto), uma gíria de internet usada, em geral, após brincadeiras on-line e pegadinhas.
Anterior e mais conhecido, o grupo Anonymous nasceu como coletivo hacker há cerca de três anos.
A exemplo do LulzSec, começou com brincadeiras on-line, até realizar uma série de ataques em defesa do WikiLeaks, em dezembro do ano passado.
Conseguiu afetar a operação de sites globais como Visa, MasterCard e PayPal, por terem suspendido contas da organização de Julian Assange, que expôs segredos americanos.
Editoria de Arte/Folhapress
FONTE: Folha/UOL
Assinar:
Postagens (Atom)



